Mas ainda muito tempo depois, no século XVI, o astrônomo polonês Nicolau Copérnico foi ameaçado de excomunhão, e pior, por sua crença nesse conceito. Ao apresentar sua teoria, Copérnico sofreu um verdadeiro massacre por parte da Igreja Católica, que insistia que a Terra era o centro do Universo. Para os antigos druidas, com seu avançado conhecimento dos corpos celestes, a idéia de um Universo com a Terra em seu centro era impensável. Em comum com os Magos samaritanos da era de Qumrã, os druidas eram praticantes de avançada numerologia e cura. Durante o período dos Evangelhos, os essênios de Qumrã tinharn um especial interesse pela matemática que governava a ordem do Cosmos. Sua cultura era, em grande parte, dominada pelo pensamento pitagórico, herdado por meio dos Magos de Manassés do Oeste - uma seita fundada por Menahem em 44 a.C. Um sucessor de Menahem como Líder dos Magos foi o colega de Maria Madalena, Simão (o Mago) Zelote, cujos gnósticos supostamente possuíam uma sabedoria única e esotérica (chamada Sapientia) que transcendia o Cristianismo. Um documento gnóstico encontrado em Chenoboskion, Egito, e conhecido como Tratado de Hermes Trismegisto, diz: