O então suposto filho mais novo de Jesus e Maria Madalena, Josefes, freqüentou escola druida. As instituições educacionais daquele tipo eram internacionalmente renomadas; havia nada menos que 60 escolas e universidades assim na Europa, contando com uma freqüência total de mais de 60.000 estudantes. Os sacerdotes druidas não faziam parte da Igreja Celta, mas eram um elemento definido, coeso na estrutura da sociedade gaélica : na Gália, na Grã-Bretanha e na Irlanda. Foram descritos pelo escritor Strabo, no primeiro século a.C., como "estudantes da natureza e filosofia moral". E ele continuou, dizendo: "Acredita-se que eles sejam os mais justos dos homens, e por isso se confiam a eles julgamentos em decisões que afetam tanto indivíduos como o público geral. Em termos remotos, eles também arbitravam nas guerras, sendo capazes de apaziguar adversários no momento em que a batalha ia ser travada; casos de assassinato são freqüentemente levados a eles para julgamento". O siciliano Diodoro, outro escritor da época, descrevia os druidas como grandes "filósofos e teólogos, que são tratados com uma honraria especial". Dizia-se que os druidas também eram excepcionais estadistas e adivinhadores.