Wolfram (que também escreveu acerca de Guilherme de Gellone, rei de Septimania) dizia que o manuscrito Flegetanis original era guardado pela Casa de Anjou, uma casa nobre que era intimamente aliada aos Tem­plários. Ele também afirmava que Percival também tinha o sangue de Angevin. Em Parzival, a corte do rei Artur fica na Bretanha, enquanto em outra obra Wolfram localiza o castelo do Graal nos Pireneus. Ele também menciona a duquesa de Edimburgo (Tenabroc) como fazendo parte da co­mitiva da rainha do Graal. A obra cisterciense Vulgata do Ciclo, de aproximadamente 1220, con­tém a Estoire dei Graal, a Queste dei Saint Graal e os Livres de Lancelot, bem como outros contos de Artur e Medin. Nessas histórias, as descrições do Graal são fortemente influenciadas por Chrétien e De Boron, enquanto a antiga grafia "Graal" é reinstituída. Na Estoire, a história de José de Arimatéia é prolongada para incluir seus dias na Grã-Bretanha, enquanto seu herdeiro, o bispo Josefe de Saraz, é identificado como o chefe da fratemidade do Graal. Bron (o rico pescador de Boron) reaparece como o Rei Pescador na Estoire. O Graal, por sua vez, tomou-se o miraculoso escuele (prato) do Cordeiro Pascal. Tanto na Estoire como em Queste, o castelo Graal é simbo­licamente chamado de "le Corbenic" (o Abençoado em Corpo). Os Livres de Lancelot (que apresentam Gawain na primeira instân­cia) expandem a história de Galahad, detalhando-o como o filho de Lance­lot pela filha de Pelles. Ela é a princesa do Graal, Elaine le Corbenic, e Pelles é o filho do rei pescador ferido, enquanto no relato posterior de Malory o próprio Pelles é o rei.