No domínio público, o Graal literário só apareceu na década de 1180, quando foi descrito simplesmente como um "graal"; não era explicado como uma relíquia sagrada nem associado ao sangue de Jesus. Em seu le Conte de Graal - Roman de Perceval, Chrétien de Troyes diz: "Uma donzela chegou com os escudeiros, segurando entre as mãos um graal... E quando entrou... acompanhou-a uma luz tão brilhante que as velas perderam seu fulgor. Depois dela, veio uma donzela segurando uma bandeja de prata. O graal que a precedera era de ouro refinado, e estava cravejado de pedras preciosas de muitos tipos... O jovem [percival] as viu passar, mas não ousou perguntar acerca do graal e quem seria servido dele".
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